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quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

PRA SEMPRE




A nossa primeira aliança.
 Estávamos com alianças de papel, [feitas com guardanapo de uma pizzaria que ficava no canto mais lindo de Cajazeiras] mas com um valor muito maior do que qualquer joia. Pois o valor não está na peça, ela é um mero detalhe, o valor tá no que sentimos, e isso é raro e preciso.


Visto-me com a tua cor morena
Com tua beleza e com tua doçura
E tenho a sensação de que estais sempre em mim...

Grafado, manuscrito, explícito...

És fecundo, intenso, lindo, és meu.
És meu desde os primórdios e primores
És o amor e a paz que eu quero pra sempre!

Seja sempre minha luz e eu borboleta noturna
Inclinada à poesia que se chama amor...
Janaina Cruz

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

RELÓGIO DE BIC



Paro o tempo no 3x4 do documento desajeitado na bolsa sempre cheia de bobagens.
[Me] percebi em minha filha, o mesmo jeito do cabelo, o mesmo olhar triste...
Talvez tivéssemos os mesmo sonhos ao dezesseis, só que os dela são muito mais sérios.
Até um tempo atrás eu desenhava relógios de bic em seu bracinho pequeno, hoje em dia corro contra os relógios que ela parece ignorar, procuro as semelhanças e ela as diferenças.
Sem perceber completa a canção que eu acabei de assoviar, e eu me pergunto:
Até que ponto vou vê-la ainda como minha bonequinha?
Às vezes desminto esses óculos que me fazem vê-la mulher, um mimetismo perfeito de mim.
Às vezes esqueço isso acontece quando na alma já surgem às marcas plangentes desse reumatismo que sempre dói quando o tempo avisa que vai chover...
Talvez tenha que seguir o convencional, repetir o que outros profetizaram...
Mas isso não é pra mim que fico até tarde acordando lembranças, e nunca tive um relógio de bic tatuado no braço, ou outra fotografia para trocar na minha carteira de identidade.
Tenho sinceras pretensões de enganar os relógios, de congelá-los e voltar sempre que me apetecer, nem que isso aconteça apenas dentro de mim...

Janaina cruz

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Bebamos



Vem, vem amor...
Quero tomar-te
Num gole.

Como é que pode,
Eu te querer assim?

Ao alcance da minha boca
Com a fome que tenho
Que nunca chega ao fim.
Janaina Cruz.

Você não irá conseguir me beber só em um gole
Terá que se embriagar de mim por todos os seus dias
Por toda a nossa Eternidade
Assim como eu não vejo a hora de te sorver
Até a última gota do seu prazer
Quero que você transborde em mim
Com a minha língua adormecendo
Para que todos os seus desejos acordem
Quero que me deixe entre a necessidade de respirar
E o prazer de te amar
Não quero o sangue de o seu ventre blasfemar
E nem tão pouco cometer qualquer heresia contra Deus
Mas o dueto só estará pronto, quando o seu corpo estiver pronto para o meu.

Leandro Medeiros Santos

Dueto feito com meu amor, tem o sabor de vida, tem o sabor de namoro eterno, tem o sabor de vontade, de muitas vontades...

Gente, tem um concurso legal de fotografia aqui:

http://enredodeideias.blogspot.com.br/
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