

sexta-feira, 29 de julho de 2011
Um anjo vândalo

segunda-feira, 25 de julho de 2011
Meu pequeno grande admirador

terça-feira, 19 de julho de 2011
Conto ( Um quase amor )

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Da janela da frente,
Vejo o amor esconder-se
Nos bueiros da rua
Lá onde não bate o sol
Nos submundos
Mentiras modestas
Sobrevoam como moscas .
O encanto está ausente…
Presente se faz a confusão
A solidão, a podridão…
O que está acontecendo?
Será se a culpa é minha?
Será se a culpa é tua?
Será se a culpa é nossa?
Ou de quem será a culpa?
Meus olhos marejados
Já não conseguem enxergar
Nenhuma cor
Olhares adúlteros nos roubaram
O desejo de nos ver dois como um
E um como dois
Depois de ti
Aprendi a não gostar de cores…
Preto, branco, chumbo, cinza
São as cores que ficam na
Despedida.
Janaina Cruz

O amante do anjo, a flor do demônio está morta
Você retornará,
Porque eu queimei o seu sexo.
Oh, como eu te amo,
Você pode sentir a minha alma devorando a sua?
Eu matei o meu coral de fênix pra te ouvir morrer,
Como o cavalo queimando na chuva.
Oh, afine sua vontade de sentir...
Você levantará,
Porque nós nunca estaremos mortos, de fato, meu anjo.
Você ama como eu sinto a dor?
Você se machuca,
Quando o prazer de seus olhos escondidos é achado...
Eu te machuco, porque...
Você ama?
E, eu te corto com o meu corpo,
O qual você delira por ver,
O qual você não tem coragem de ser...
Então, seja comigo...
Faça, amor, derrube-me,
Mova-me pelo prazer da especialidade e do silêncio sutil do grito...
Então mova-nos pelo prazer da especialidade e do silêncio sutil do grito.
Roubados pela vontade de uma só doença,
Você acordará...
Não haverá mais cortes sem fogo.
Oh, eu te amo.
O que você quer fazer comigo?
Eu te amo?
Eu acredito na escravidão eterna,
Você acredita no Deus...
O contrário é o contrário, é...
Então, vamos nos construir quando ele sair pro suicido dos figurantes...
Oh, e eu te amo.
Você se imortaliza,
Roubando meus olhos.
Você morre e,
Sua respiração é lentamente fumada,
E eu, como se eu...
Tivesse o direito de dizer, :”Eu te amo!”
(Nícolas Anderson S. Tavares\11\07\11\Segunda\Madrugada)
quinta-feira, 14 de julho de 2011

Moreno cheiroso
De olhar dengoso
Sorriso de mar
Como é possível não te amar?
Se me instigas
Me alimenta
Me fazes sonha…
E basta que me olhes daquele jeito
Pra meu corpo arrepiar
Não me faça promessas
Não quero pressas
Deixe-me te devorar
E tua boca beijar, beijar, beijar...
Depois vemos no que dá.
Janaina Cruz
(Gente, esse é o Depp, o Johnny Depp, apenas, eu continua bem casada, eu acho... rs)
segunda-feira, 11 de julho de 2011

O corpo do poema
Parece ensanguentado
Mordido a superfície.
São os dentes de leite que não o deixam em paz
Havia contração nas palavras e um ímpeto sísmico
A cortar-lhes as densidades.
E o amor murmurava volátil e felino
quase Ileso e cerrado…
Entrando na alma como uma canção.
A canção do poema lido, comido
Carmomendo a maleável solidão
É nesse instante que pegamos a pena
Tentamos inventar novas palavras
Observamos as mordidelas
E já nem sabemos o que mais queima
Se somos nós, ou se é a poesia.
Janaina Cruz
Este poema foi inspirado numa poesia de Jorge Pimenta
sexta-feira, 8 de julho de 2011

segunda-feira, 4 de julho de 2011

É como uma rosa branca
A vida voa ao seu redor inebriada
Qualquer tristeza espanta
Vejo as horas sorrirem-lhe encantadas
Se existir alguma nuvem por certo, essa lhe é passageira
Curvam-se galhos desajeitados na ténue chuva de seiva
Sinto-a maior a cada dia
Acho tão bela sua gentileza
Gosto de sua companhia
Admiro suas verdades e certezas
Muitos deveriam ser como Abagil
Ter seu jeito doce
De menina
Que só entende quem a viu
Quanto essa moça fascina!
Trouxe-me amizade
Trouxe-me sorrisos e sementes
Com ela aprendo a bondade
E as coisas da vida que valem à pena
Janaina Cruz