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quarta-feira, 27 de outubro de 2010


( imagem da internet)


Há notas que te deixam nú
As canções que nascem dos meus desejos
Vem… Vem...
Convida-me pra dançar...

Janaina Cruz

(Estarei um pouco ausente esses dias, mas logo volto.)

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Caminhos de outubro
A cidade se faz calada
O dia que fecha as pálpebras
Há folhas pelas calçadas
Assim como um peregrino, sento-me a beira da ramagem
Vislumbrando a imagem de um lindo sol de ouro
Teus olhos como esse sol acompanham meu caminho
A rota dos moinhos
Onde movem-se os poemas

Janaina Cruz

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Não me cause tormento

De mim não vou desistir

Comparar-me aos outros é teu maior passatempo

Não pense que esqueci


É por me amar de mais que não vou te seguir

Vou tocar fogo em nossos momentos

Vou pensar mais em mim

Voarei pelo vento em contentamento...


Foi isso que decidi

Chega de confinamento

Quero sair por aí


Conhecer novos entendimentos

Cuidar mais de mim

Sem desapontamentos


Janaina Cruz


terça-feira, 19 de outubro de 2010




Teu amor me liberta

Das amarras errantes

Do tic-tac confuso

Da loucura constante

Contigo eu toquei a felicidade

O amor compartilhado

Nada nesse mundo é igual

Quando estou do teu lado...


Janaina Cruz

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Entrou por minhas manhãs
Fez o sol nascer como um coração
Deus-me beijos de romã
Saiu pelas tardes sem razão.

Janaina Cruz

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

quinta-feira, 14 de outubro de 2010


Há varias manhãs nasce um sol repulsivo

A vivando à claridade angustias e dores

Devo estar no inferno, exercitando a minha paciência

E a incurável demência que anseio sabores

O dia logo deforma, não há mais nada na consciência

Minha’alma se fecha, e tudo esquenta

A mutilação o suplício

O suicídio não é o fim, é apenas o início


Janaina Cruz


quarta-feira, 13 de outubro de 2010




Ah, esses pés

Que já fizeram pontes sobre abruptas horas

Já seguiram caminhos errantes, simétricos e incongruentes.

Meus pés buscaram as luzes da filosofia

Buscaram roxinóis em cantos de exibição

Agora contemplam a água do rio, sua velocidade, seu bramido

Libertam-se...


Janaina Cruz

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Hei de voltar

Hei de voltar pra minha infância bonita
Pra brincar de felicidade
Sonhar como se fosse cinema
Amar a todos de verdade
Repetir algumas manhãs, com sol nascendo pelas janelas
Ter uma porção de porquês, descobrir as respostas mais belas
Ter medo de escuro e do bicho papão
Um sorrisinho ressabiado
Buscar alguma proteção
Pedir que fiques ao meu lado
Te imaginar como príncipe encantado
Amar sem confundir a paixão
Ser rica de aventuras
Comer mil gostosuras, sem se preocupar com o peso
Não esconder nenhum segredo
Só coisas pra aliviar
Meus tesouros serão meus brinquedos
Nada mais desejo que não seja:
Brincar…
Brincar…
Brincar...

Janaina Cruz

sábado, 9 de outubro de 2010


Dor

A dor flagrou o meu sorriso

Sem querer, num momento preciso

Distraída… Ela tomou posse de mim

Pediu-me um cigarro

E na iminência de perder-me completamente, eu dei.

Olhou me com escárnio, perguntou-me as horas

E me roubou um beijo.


Janaina Cruz

Solidão

A solidão entrou em mim, como um vírus mortal

Abateu-me como seu personagem principal

Todos os dias ela tece a minha desconstrução a minha desumanidade

Decomponho-me como ferrugem sob o aço, sem negociar a minha redenção

Na manhã opaca e lúcida do dia fumega um frágil sol circunscrito de isolação.

Pouco a pouco esqueço-me de quem sou, o silêncio me faz companhia, e a tentação

Não me leva a nada, não me seduz, não me conduz…

Se me fosse dado a escolher, eu voaria.

Eis tudo


Janaina Cruz

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